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UMA CURTA postagem para movimentar o Culturanja.
Neste momento atrás mesmo eu acessava o conteúdo do sítio do jornal gaúcho Zero Hora; foi em uma das ligações então que pude ler o blog de Vanessa Nunes, uma das colunistas, pelo que pude notar. Ela, em 16 de outubro de 2007, publicou uma foto mostrando o túmulo do grande mestre checo Franz Kafka. Confiram o que lhes digo aqui.
Lerão na ligação que lhes foi por mim disponibilizada acima que ela agradeceu a Kafka o espetacular corpo de sua obra - uma coisa que me prometi fazer frente ao túmulo do músico americano Jim Morrison em Paris, se tiver um dia a chance para viajar até a Cidade Luz, naturalmente - não interessa, eu divago... Se, lido o seu texto, fariam semelhante homenagem como a da autora - como eu -, não o posso adivinhar; mas aos que não o conhecem e têm curiosidade, uma mostra do Doutor Franz está aqui para ser lida, gratuitamente; e aos que lhe não são simpáticos ou coisa até pior, não é meu papel nem desejo discutir a opinião de ninguém: peço-lhes a estes desculpas pelo incômodo.
Franz Kafka foi um homem perturbado, suas obras são o reflexo d’isso; alienação e perseguição, perseguição e alienação, partes de um caráter que sofria por não corresponder às expectativas nutridas por seu pai autoritário; entretanto são composições de uma das penas mais habilidosas do século passado, chamado por muitos estudiosos de "século kafkiano".
Boa leitura. VALE.


