quinta-feira, 18 de junho de 2009

O Tremendão faz aniversário e o Rock ganha presente!


Em 2009 o Rock, estilo musical que inegavelmente revolucionou o mundo, faz 55 anos de idade. No dia 05 de junho, Erasmo Carlos, o Tremendão, completou 68 anos de idade, dos quais 49 foram dedicados ao rock. Desde os tempos da inesquecível Jovem Guarda e do Iê-iê-iê, através dos anos 70, até os dias de hoje, Erasmo ajudou a definir a cara do rock nacional e sempre manteve seu estilo despojado e sincero de fazer música, e não há nada mais roquenrol que isso.

E exatamente no dia de seu aniversário, o Tremendão lançou seu novo álbum batizado de Erasmo Rock ''n'' Roll Carlos (e não há dúvidas de que ele pode usar “rock and roll” como sobrenome). O disco contem 12 faixas inéditas, de um rock puro e sincero, sem frescuras, como o rock deve ser. Nesse disco Nando Reis, Nelson Motta e Chico Amaral assinam, cada um, duas canções como parceiros de Erasmo. Liminha, produtor do disco, além de tocar em todas as faixas, também assina como parceiro na divertida canção Celebridade, que também conta com a bateria de João Barone, dos Paralamas do Sucesso.

Variando entre roques tradicionais e boas baladas românticas, Erasmo se mostra bastante seguro de seu trabalho e de sua sonoridade. Apesar de não inovar no formato “rock tradicional”, já ganha muitos pontos por ser um disco de músicas inéditas, coisa que muitos dos seus contemporâneos há tempos não fazem mais. Além do mais, nota-se que o disco foi feito com muito capricho, com timbres de responsa; ele agrada aos ouvidos e, certamente será ouvido e reouvido por muitas vezes ainda aqui na minha vitrola.

Como se não bastasse o lançamento de um ótimo disco de rock, Erasmo Carlos também está preparando um livro. Não seria uma biografia, mas uma coletânea de causos que envolvem sua família e amigos próximos. Roberto, Wanderléa, Milton Nascimento, Caetano Veloso... "O mais importante não sou eu nem qualquer outro personagem, mas a piada do final. Todos os contos terminam com uma piada", diz. "Enquanto ela não chega, vou contando coisas da minha vida."

Uma bela vida roqueira que se reflete no disco. Um Erasmo que não deixa o tempo ditar as regras, que é o senhor de sua vida; que acredita em suas canções, cuja qualidade fora forjada em todos esses anos, crescendo e evoluindo, dia após dia com o Rock.

Para ouvir a íntegra do Erasmo Rock ''n'' Roll Carlos, no site oficial do Tremendão.





sexta-feira, 12 de junho de 2009

Culturanja #006

Com muito amor e carinho... especial Dia dos Namorados !

Num dos dias mais quentes do ano (e não falamos do clima), selecionamos um repertório "especial chamego", cheio de declarações de amor com:

Arnaldo Baptista - Deve Ser Amor; Paul McCartney - Maybe I'm Amazed; Josh Rouse - Sweetie; Jackson Five - My Girl; Gram - Você Pode Ir na Janela; Nevilton - Lua e Sol; Polexia - Eu Te Amo, Porra; Volver - Com Sabor de Choque Elétrico; Mombojo - Adelaide; Superguidis - O Banana; Beto Só - Meu Amor Quem Foi; Wander Wildner - Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te Amo; Woolloomgabbas - Ela é Punk e Orquestra Imperial - Ereção.

O mitológido vídeo do Gram : Esperando na janela

Desenhado pelo Sergio, o vocalista da banda.


Beto Só : Meus Olhos



O fofíssimo vídeo da música O Banana, do Superguidis!


E o amor está no ar!!!


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terça-feira, 9 de junho de 2009

Culturanja #005

Cheio de boas vibrações, os místicos apresentadores do Culturanja levam você a uma viagem que pode, ou não, fazer sentido. "Só depende do receptor" é o que dizem por aí.

Então, sem demora, viaje, dance e mande boas energias para o mundo ao som de George Harrison, Beatles, Euros Childs, Alice Cooper, Elvis Perkins, Ambulance LTD., Guided By Voices, Cake, Gnarls Barkley, Jamiroquai, A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia, Bango, Graforréia Xilarmônica, Léo Canhoto e Robertinho.

E sinta-se feliz da vida, o Beatles Rock Band impressiona a cada dia que passa. Tá inacreditável! Me chama se rolar um na sua casa, heim!

Olha a abertura!!!



Ah! E o trailer do jogo! To Play!



Aproveitem e conheçam a história dos revolucionários mais criativos do Sul do mundo: a Graforréia Xilarmônica. Esse é o primeiro de 7 capítulos, tá tudo no Youtube. Vai que é bom, tchê!





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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Alegria, Alegria!



A música brasileira dos anos 60 e 70 foi muito rica e diversos grandes astros surgiram nessa fértil época da arte nacional. Alguns brilham até hoje, outros caíram no esquecimento por motivos naturais e outros foram riscados do mapa por interesses escusos. Nesse último grupo está Wilson Simonal, artista de talento inquestionável que, com uma afinadíssima e inconfundível voz e canções cheias de swing, galgou degrau por degrau de uma carreira de sucesso jamais vista no Brasil daquela época, ainda mais por ser um negro. Só o Pelé tinha conseguido o mesmo.

Durante o final dos anos 60 ele já tinha o seu programa de TV, que se chamava TV Show em Si...monal. Se revelou um showman de primeira categoria e com seu carisma irresistível, fez grande sucesso com as músicas País Tropical (de Jorge Ben); Mamãe Passou Açúcar em Mim; Meu Limão, Meu Limoeiro e Sá Marina. O céu já não era mais limite para Simonal, ele estava além, sua popularidade só era superada (por poucos pontos) por Roberto Carlos. Chegou a dividir o palco com a diva do jazz Sarah Vaughan, mas não previa um duro golpe do qual jamais se recuperaria.

Ao suspeitar que estava sendo roubado por seu contador, pediu para que lhe dessem uma surra. A história poderia ter parado por aí, mas acontece que a surra foi dada por dois agentes do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), serviço público Federal cuja especialidade era torturar adversários da ditadura militar - e falsos adversários também. Simonal, na ingenuidade, confirmou que tinha esses contatos no DOPS e deu a arma que o mataria na mão de seus inimigos. O contador, junto com amigos influentes dos meios de comunicação, espalhou que ele era um dedo-duro e que estava delatando os artistas para o governo militar. E esse foi o golpe de misericórdia na carreira de Simonal.


Mesmo sem prova alguma desse contato com os órgãos de repressão, ele foi relegado ao ostracismo e marginalidade, perdeu fama, status e dinheiro. Já não conseguia fazer shows nem vender discos. E foi assim até o fim de sua vida, no ano de 2000. Infelizmente o reconhecimento oficial de sua inocência veio tarde, quando seu nome foi reabilitado publicamente pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil em 2003, após grande esforço da família.

A boa notícia para os fãs é que depois de muitos “"não quero me meter nisso", "para que mexer nessa história?", Cláudio Manoel (Casseta & Planeta), Micael Langer e Calvito Leal conseguiram terminar o documentário Wilson Simonal : Ninguém Sabe o Duro Que Dei, que estreou nos cinemas brasileiros neste mês de Maio. Com imagens de arquivo, entrevistas com artistas do gabarito de Chico Anysio, Nelson Mota, Ziraldo; de amigos e familiares, como seus filhos (também cantores) Max de Castro e Simoninha, a vida e a carreira do verdadeiro Rei do Swing, um dos fundadores e difusor da Pilantragem (o Samba-Jovem), é trazida à tona e colocada de novo no panteão dos grandes nomes da música nacional.

A inegável importância da arte de Wilson Simonal na história da música nacional pode ser sentida na pele e nos timpanos neste documentário. Também poderemos esperar uma caixa comemorativa, com vários cd’s do artista a ser lançada em breve. É uma chance sem igual de revelar e entregar os aplausos guardados por tantas gerações a esse grande artista. Inclusive, aguardo ansioso a exibição desse documentário aqui em Umuarama.


Vídeo Promocional do Filme


Para saber mais é só acessar o site oficial.


sábado, 30 de maio de 2009

Culturanja #004 : Homenagem ao Zé Rodrix

E foi pro ar o Podcast Culturanja, mais decrescente do que nunca. É o quinto, que chama quatro, porque a gente considera o zero. Êta!


Além de dois blocos dedicados ao grande músico, sábio e gente finíssima Zé Rodrix (com músicas do trio Sá, Rodrix e Guarabyra), completamos o set com Morrissey, Traveling Willburys, Al Green, The Shirelles, Dissonantes, Revoltz e Dimitri Pellz.

Como diria o Amaury Jr.: Tá imperdível!

Divirtam-se!


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segunda-feira, 25 de maio de 2009

The Dudeism

***

Quero recomendar-lhes um filme.

Mesmo, algum ao ler este texto vai lembrar-se de ter sido conquistado pela obra a que irei referir quando de uma das reprises nas grades de programação da madrugada das emissoras abertas. A espécie de filme que se vê um ou outro sábado aborrecido que somos vítimas fim de semana sim e não; e que nos captura o carinho sem darmo-nos por conta; e de maneira definitiva.

O nome deste filme? The Big Lebowski (O grande Lebowski). Comédia americana publicada em 1998 por Joel e Ethan Coen. Protagonizada por Jeff Bridges, estrelaram nele também John Goodman, Julianne Moore, Philip Seymour Hoffman e Steve Buscemi - entre outros.

Antes da sinopse, permitam-me umas palavras sobre a reputação d'O grande Lebowski. É daqueles filmes chamados Cult pelos norteamericanos. Desta maneira como também de, por exemplo, Clube da luta, A noite dos mortos vivos ou Laranja mecânica, é, de fato, "cultuado" pelos fãs. Pesquisa rápida basta a que se encontre a festa anual para celebração da obra, Lebowski Fest, iniciada em 2002 nos Estados Unidos - mas não somente acolá realizada, há variações por várias partes do mundo, hoje: o nome da versão inglesa é interessante, "The Dude abides", uma fala durante a história -, com boliche, convidados fantasiados, encenações de passagens do roteiro dos Coen e a presença de parte do elenco. Até uma religião inpirada no filme existe!

Continuando pela Los Angeles de 1991 onde vivia o modesto Jeff Lebowski, que chama a si mesmo Cara, ele basicamente vive para jogar boliche com seus amigos, beber White russians e dirigir seu velho carro ao som dos Creedence. Em seu pequeno apartamento, tem muito orgulho de uma coisa: o tapete da sala. Quando dois capangas que querem cobrar a dívida de sua esposa (nunca se casara) o invadem e urinam no tal tapete, vai buscar indenização. Mas o "grande Lebowski" escorraça-o, julgando-o um hippie vagabundo e um aproveitador, então a única solução era roubar-lhe um dos vários tapetes da casa só para, em seguida, ter seu canto novamente violado, ser desmaiado por um soco e, ao acordar, ter seu tapete levado outra vez.

Depois de confundido por seu homônimo, Jeff compromete-se a entregar o resgate da jovem, pródiga, ninfomaníaca esposa-troféu do outro Lebowski, um milionário. Ele é contratado porque viu os capangas e pode identificá-los, caso sejam as mesmas pessoas, e aceita por não acreditar no rapto: sua opinião é que tudo foi forjado pela própria moça para arrancar ao marido mais dinheiro.

The Dude abides.

No dia marcado, a entrega não corre bem. A partir daí o Cara vê-se em situações complicadas e imprevistas, envolvendo o instinto maternal de uma artista plástica feminista que pinta suas telas nua, um grupo de músicos niilistas (também acho paradoxal), um produtor de filmes adultos de sobrenome que sugere o ramo, Treehorn, policiais e detetives, um pederasta já obrigado pela justiça a avisar toda vizinhança de suas práticas, boliche, Vietnã e por aí fora.

Estava o "Grande Lebowski" correto ao afirmar que Jeff era um hippie desempregado e despeitado; pelo fracasso de sua revolução há muito sem sentido de ser, há muito sem quem a defenda? É provável. No entanto muitos homens louvados na história não foram amigos de conselheiros nem daquilo que ouviam deles; da mesma forma. Ele queria indenização pelo tapete estragado pelos capangas, já que era o que compunha a sala. Pouco e simples: quer só continuar a ser o Cara. Mas quantos andam sem nem saber o que se lhes compõe? Demais, por falar do tapete, conseguirá recuperá-lo? Participará das produções de Treehorn junto do pederasta, ou permanecerá nos campeonatos amadores de boliche?

Sobrerrecomendado, se me perdoam o neologismo. VALE!


Podcast Culturanja #003

Uwéunn! E foi mais um pro ar!

Dessa vez já começamos com a formidável Come on Let's Go, versão do Los Lobos para esse clássico de Ritchie Vallens, chamando todo mundo pr'um set bem jóia.

Tem música nova do Wilco, música suave do Frank Black e um sambão chiclete da Elizabeth Viana. Tem também Spoon, Black Oak Arkansas, Arcade Fire, Daniel Belleza & Os Corações em Fúria, Garotas Suecas, Phonopop e Van Hallen.

O programa já toca automaticamente no nosso "trasmissor oficial". Caso não esteja, é só ir até o transmissor, clicar em "Posts" e selecionar o #003. Também dá pra baixar o mp3 do programa ou assinar o podcast no site do Gcast e receber as atualizações gratuita e automaticamente.

E vamo lá, até o próximo!



Versão Original de Come on Let's Go, do Valens!



Obrigado pelo "dothinho de pêthego e pelo TH, Arthur!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Culturanja #002 !

Às Orientais, com muito carinho.

Pois é minha gente, mais uma semana e mais um Podcast Culturanja muito do supimpa!

Abrimos esta edição com os susurros sensuais de David Bowie para as irresistíveis nipônicas mundo afora (palavras dele! :D), música que conta com a super guitarra de Stevie Ray Vaughan. Tivemos também Passion Pit; Violins (que anunciou sua volta aos palcos ainda este ano), Ramones, Violent Femmes, o swing setentista de Claudia e a maluquice technicolor de Frank Zappa.

Rolou também uma música do aguardado disco 'Zii e Zie', o novo do Caetano Veloso; uma do recém lançado álbum dos Móveis Coloniais de Acaju e uma dos Pullovers, quem também está com sons novos no pedaço.

Inclusive, os Móveis Coloniais disponibilizaram a íntegra desse seu album novo, o C_MPL_TE, no Trama Virtual, onde também estão as canções dos Pullovers.

Para ouvir o programa é só ir alí em cima, no player do podcast, clicar em "Posts" e selecionar o #002. Você também pode baixar o mp3 do programa ou assinar o podcast no site do Gcast e receber as atualizações gratuita e automaticamente.

Agora, alguns clipes bônus pra vocês!



Bonus Clip: Passion Pits, ao vivo no festival SXSW09



Dweezil Zappa, o filho de Frank Zappa, tocando a alucinante Call Any Vegetables.



The Searchers, com uma das versões de Needles and Pins


Cai Tano Velozo!



Um vídeo legal!


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Culturanja #001 no ar!

É isso ai, meus amiguinhos!
O Culturanja #001 foi ao ar e já estamos postando o #002... espero que gostem!



A edição #001 teve músicas da Poléxia, Cheap Trick, Peter Bjorn & John, The Ronnetes, Guns'n'Roses, Os Incríveis, wilco, Stealers Wheel, Momo e Cérebro Eletrônico.

Aqui vão alguns bonus da edição:






Para ouvir o programa no site do gcast, clique aqui.
Para baixar o arquivo mp3 desta edição, clique aqui.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A Força da Poléxia (ou O Hábito da Boa Música!)

Francis, Neto, Dudu e Rodrigo Lemos.

A Poléxia é uma banda de Curitiba que já existe há um bom tempo. Se você conhecer um pouco da obra dessa turma verá que, com essa saúde na música, faz sentido o tempo de vida e carinho do público. Entraram e saíram vários membros, mas a Poléxia continua firme, produzindo e fazendo bonito. Já publicaram alguns EPs, o primeiro disco, "O Avesso", singles muito bem aceitos como "Eu te amo porra!", "Onde você quer chegar" e "Triste Fim de Baltazar da Rocha" (este, com participação de Igor Filus, do Charme Chulo) e agora estão lançando seu disco novo "A Força do Hábito".

O disco traz de cara a Capa Dura, como primeira música, de refrão tão forte quanto o nome. Rodrigo Lemos abre o disco fazendo das letras coração, entre belas melodias de guitarra e o desabafo: "sinceridade por sinceridade, o mundo acaba mentindo". A segunda música é "Você já teve mais cabelo", com produção de John Ulhoa, do Pato Fu. Vozes oitavadas, vários barulhinhos e muito bom humor fazem o hit certeiro! O que vem pela frente continua dançante, forte e deliciosamente melódico. Vanessa Krongold, do Ludov, participa em "Cá entre nós". Hedonismo de um Domador também vem muito bacana, com passagens interessantes, faz lembrar a Poléxia um pouco mais crua, como no primeiro disco, com direito a escaleta bem humorada de Dudu Cirino, e aquela passagem que faz muito lembrar "Joystick", a música de abertura d'O Avesso. "O Inimigo" vem mais cansada, lentinha, mas de força equivalente as outras do disco: bateria profunda, voz saturada e direito a coro de "Nós temos um Deus em resenhas e jornais!"! O coro teve convidados de bandas como Sabonetes, Terminal Guadalupe e Nevilton. "A Solidão dos Plânctons", "O Terraço" e "Balada da Contramão" engrossam o caldo da boa música. "Esperando o Céu Ruir" na voz de Carlos Daitschmann dá um clima "recitar de Arnaldo Antunes" e serve de introdução para Gloss, uma das favoritas da turma! Enfim, são 45 minutos muito bem investidos para qualquer playlist! E é garantido que esses 45 se repetirão vezes e vezes...

A Força do Hábito está disponível para download gratuitamente no site da Poléxia (http://www.polexia.com.br/), ou você ainda pode comprar o album em alta definição e dar uma força pra banda no TrevoDigital (http://www.trevodigital.com.br/polexia).


O clipe de "Você já teve mais cabelo":


Um video exclusivo do Culturanja! ;)
"Triste fim de Baltazar da Rocha", ao vivo no Gig Rock VI, em Porto Alegre: